BioTerra

sábado, 13 de junho de 2009

Novo vírus mortal semelhante ao Ebola foi identificado em África

«Lujo» é muito agressivo

Os cientistas identificaram um novo vírus mortal em África: quatro pessoas já morreram devido ao "Lujo", que causa hemorragias como o temido Ebola. Um relatório sobre o vírus surgiu em Maio na publicação especializada PLoS Pathogens, revelando que de cinco pessoas infectadas no Outono, na Zâmbia e na África do Sul, quatro morreram. Um dos doentes terá conseguido sobreviver graças a um medicamento recomendando pela equipa científica.




"Este vírus é muito, muito agressivo", afirmou Ian Lipkin, um epidemiologista da Universidade de Columbia cuja equipa relatou a descoberta.

Os investigadores supõem que o vírus se transmite entre pessoas pelo contacto com fluidos corporais. "Não é um vírus que se possa disseminar tanto como o da gripe", frisou Anthony Fauci, director do Instituto Nacional de Alergias e Doenças Infecciosas dos EUA.

O quinto doente infectado com o "Lujo" - assim chamado para combinar as duas cidades onde o vírus foi encontrado, Lusaca e Joanesburgo - foi tratado com a droga ribavirina mas os cientistas ainda não têm a certeza se o medicamento foi decisivo para curar a infecção ou se era um caso menos grave de infecção.

O processo de pesquisa serviu de exemplo da rapidez com que os cientistas podem hoje identificar novos vírus. Com técnicas de sequenciação genética, o vírus foi identificado em poucos dias, o que antes podia levar semanas ou meses.



Reflexão:
O ebola é um vírus raro, fatal, que apresenta sintomas como a febre hemorrágica e que provoca danos nos pulmões, fígado e em outros órgãos. É uma doença contagiosa que afectou nos anos 80 a República Democrática do Congo e outros países da África Subsariana, tendo morrido entre muitas pessoas.
Na actualidade, como nos revela este estudo, há outro vírus semelhante a este, e que pode ter uma porta aberta para a cura, mas a ciência estará a altura de combater contra ele? No entanto, através desta investigação, já podemos salientar novos progressos, dado que o vírus foi identificado rapidamente, esta pesquisa antigamente podia perdurar durante várias semanas ou meses.

Fontes:
http://www.cienciahoje.pt/index.php?oid=32087&op=all

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